DC-10 AVIENT CARGO FLIGHT SCENES

Follow us in our flight from LKPR to LKZK on the Avient Cargo DC-10. One of the latest Dc-10’s to fly in Europe. Acompanhe nosso vôo no DC-10 da Avient Cargo, um dos últimos a voar na Europa.

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The McDonnell Douglas DC-10 is a three-engine wide-body jet airliner manufactured by McDonnell Douglas. The DC-10 has range for medium- to long-haul flights, capable of carrying a maximum of 380 passengers. Its most distinguishing feature is the two turbofan engines mounted on underwing pylons and a third engine at the base of the vertical stabilizer. The model was a successor to McDonnell Douglas’s DC-8 for long-range operations, and competed in the same markets as the Lockheed L-1011 TriStar, which has a similar layout. The DC-10 had a poor safety record initially that was continuously improved over the years.

Production of the DC-10 ended in 1989 with 386 delivered to airlines and 60 to the U.S. Air Force as air-to-air refueling tankers, designated KC-10 Extender.[2] The largest operator of the DC-10 is U.S. cargo airline FedEx Express. The DC-10 was succeeded by the related McDonnell Douglas MD-11. Boeing, which merged with McDonnell Douglas in 1997, conducted an upgrade program that equipped many in-service DC-10s with a glass cockpit that eliminated the flight engineer position; the upgraded aircraft were re-designated as MD-10s. The DC-10’s last commercial passenger flight took place in February 2014, although freighter versions continue to operate.

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O McDonnell Douglas DC-10, foi um novo marco na aviação de larga escala. Um trijato, ultramoderno, seguro e confortável para a sua época. A maioria das grandes empresas aéreas que se utilizavam de rotas transatlânticas, operaram o DC-10, também de muitos prestígio junto as operadoras de turismo e empresas cargueiras. A produção do primeiro modelo foi iniciada em Janeiro de 1968 e, em 1971 foi feita a primeira entrega dessa aeronave para rotas comerciais. A produção continuou até o ano de 1989, com 386 entregas na versão comercial e mais 60 na versão militar chamada de KC-10, para uso como cargueiro e avião-tanque de reabastecimento aéreo, totalizando com isso 446 aeronaves. As aeronaves militares foram todas para a Força Aérea dos Estados Unidos. A produção era na sede da Douglas, em Long Beach, Califórnia, e foram construídas 06 (seis) versões – DC-10/10, DC-10/15, DC-10/30, DC-10/40, DC-10/30F e DC-10 Conversível, para as séries 10, 30 e 40. No ano seguinte foi lançada a série 40, com turbinas JT9D turbofan da Pratt Whitney (única versão que utilizava esse motor com 53.000 libras de empuxo), 9.265 km de autonomia e peso máximo de decolagem de 251,7 toneladas. No mesmo ano já estava em serviço regular. O DC-10, foi a primeira aeronave certificada pelo FAA a atingir o “stage 3”, de poluição sonora e do ar, demonstrando com isso a alta tecnologia das suas turbinas. As exigências internacionais nesse sentido também eram atendidas pelo DC-10. O último vôo comercial de passageiros aconteceu em Fevereiro de 2014, mas versões de carga ainda voam pelo mundo.

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